200 critérios de ranqueamento orgânico para o Google

200 critérios de ranqueamento orgânico para o Google

Alguns estudos brasileiros, desenvolvidos por agências especializadas em marketing digital e inteligência de mercado, indicam que o posicionamento de uma empresa no ranqueamento orgânico do Google exerce grande influência nas decisões de compras dos clientes.

Cerca de 73% dos entrevistados em uma dessas pesquisas alegaram que preferem clicar em resultados da busca orgânica, pois  tem um nível de confiabilidade maior nas empresas que estão entre as primeiras colocações.

Dados do IBOPE indicam ainda que 36% dos internautas acreditam que uma empresa na primeira posição do Google é a líder do segmento.

O SEO, tem se tornado, portanto, uma estratégia assertiva para melhorar não só ranqueamento orgânico nos buscadores, mas também a percepção do público-alvo com a marca –  se bem aplicada, sem dúvidas, o SEO também culminará na melhoria de faturamento da organização.

Para que um site consiga ranquear em uma boa posição no Google, são necessárias melhorias e implementações em aspectos internos (SEO on page) e externos do site (SEO off page). Como já dissemos aqui, para que os algoritmos identifiquem seu site e o priorize no ranqueamento, são considerados mais de  200 critérios diferentes, saiba um pouco mais sobre quais são os principais.

Principais critérios de ranqueamento orgânico no Google

PageRank

O Pagerank é um algoritmo que ajuda a avaliar a relevância da página de um site em relação a outros. Quanto melhor  for a pontuação do PageRank, melhor será o posicionamento na busca Google. 
Uma página relevante é avaliada sob critérios de qualidade, quantidade e contexto dos cliques que a página recebe.

Autoridade do domínio

A autoridade do domínio avalia a relevância de todo o site – e não apenas de uma  página – em comparação aos concorrentes. Para melhorar a autoridade, são trabalhados aspectos off-page com links externos – sobretudo com a utilização de Link Buildings.

Receber backlinks de sites que são considerados autoridades no assunto que a página trata conta muitos pontos no ranqueamento.  A linha de raciocínio é o seguinte: se um concorrente, por exemplo, direciona um backlink para a página de um site, ele deve ser uma grande referência na área tratada.

Por isso, backlinks de sites que competem com o site na SERP transmitem mais autoridade para a página linkada e são melhores ranqueados.

Sites responsivos

Desde 2015, o Google prioriza o ranqueamento de domínios que são responsivos, por isso, a otimização de sites também precisa ser pensada para dispositivos móveis.

Palavra-chave

A escolha das palavra-chaves é tão importante quanto seu uso correto pela equipe de SEO. As palavra-chaves representam a forma pela qual seu cliente chegará até você por meio do Google. Elas precisam estar presentes na meta-description, título, no início do título, subtítulos da página, na Tag H1, H2 e H3, e também na estrutura da URL.

Densidade da palavra-chave

Outro fator analisado é a densidade de palavra-chave. Ou seja, qual a porcentagem da quantidade de vezes que uma palavra-chave é usada ao longo do conteúdo. Quando o termo é repetido de forma excessiva, os algoritmos entendem que o site está fazendo o keyword stuffing.

Termo que se refere aos sites que forçam o uso da palavra-chave para ser melhor ranqueado – o que é um grande erro. Essa prática é vista como um considerada spam ou spamdexing pela Google. Quem não toma cuidado com a densidade dos termos podem sofrer penalizações do buscador.

A densidade da palavra-chave deve estar entre 1% e 3% de repetições do termo. Para calcular essa porcentagem é simples, basta dividir o nº das palavras-chaves pelo total de palavras do conteúdo x 100.

Conteúdo original

A produção de conteúdos robustos e originais são priorizados pelos algoritmos. Isso vale tanto para textos quanto para imagens. 

Os conteúdos precisam ser relevantes,  ou seja, eles precisam responder dúvidas dos leitores sobre determinado tema. Textos copiados ou duplicados são extremamente mal vistos, podendo impactar negativamente no ranqueamento de um site.

Estrutura conteúdo

Os conteúdos devem seguir uma estrutura pré-determinada que facilita a leitura das pessoas e também do algoritmo ao analisar o site para posicioná-lo. Os textos devem ter parágrafos curtos para não se tornar cansativo e ter intertítulos bem definidos usando a ordem das heading tags (H1,H2, H3…).

Se puder usar listas e outros recursos que tornam a leitura mais dinâmica, é um ponto positivo!

Constância dos conteúdos

O site deve ter constância em suas postagens de conteúdos. Além disso, outra ação positiva é atualizar os textos já publicados anteriormente com alguma informação nova, dados interessantes ou desdobramento de uma notícia, por exemplo.

O buscador entende que os conteúdos se tornam mais atualizados, completos e relevantes para os usuários.

Velocidade de carregamento

A velocidade de carregamento de uma página impacta negativamente na experiência do usuário e por isso, o Google também rebaixa o posicionamento de sites que demoram para carregar.

Otimização de imagens

Sites que possuem imagens com “tags alt”, ou seja, texto alternativo também ganham prioridade.

Sitemap

O arquivo sitemap.xml ajuda os algoritmos do Google a escanear todos os conteúdos do site.

Certificado SSL E HTTPS

Esses certificados dizem respeito a segurança e confiabilidade da página, por isso, também favorecem o posicionamento na busca.

Gramática e Ortografia

Erros de escrita também são avaliados – além de causarem uma impressão ruim para sua empresa, também podem ser considerados como “spams” para os algoritmos, fazendo com que o site perca posicionamento no Google.
Esses são apenas 10 exemplos de critérios de ranqueamento orgânico na busca do Google, mas  existem diversos outros fatores de domínio, página, links e até mesmo de interação com usuário. Quer saber mais sobre SEO, estratégias de otimização de sites? Venha conhecer a ROI Mine.

Mas, calma, não acabou por aqui: a ROI Mine preparou de presente uma listinha com todos os 200 fatores de ranqueamento orgânico do Google.  Confere aí!

Ter um bom Trust Rank  é fundamental

TrustRank é um algoritmo que realiza análise de links para classificar sites e separar páginas úteis de spam. Então,  mais do que apenas colocar em prática a estratégia de link building, é fundamental usar links confiáveis, de relevância.

Isso porque nem todos os links são considerados pelos algoritmos – aqueles sem relevância, de baixa qualidade, não agregam valor algum para o site. Dependendo da procedência do link, na verdade,  pode levar até mesmo a punição da página.

Um dos fatores de ranqueamento, então, é utilizar links de relevância e confiáveis para ser bem classificado pelo Trust Rank.

URL amigável

A URL é o endereço virtual do site. Ou seja, é o www.roimine.com.br. Quando falamos em URL amigável, nos referimos a um endereço simples, fácil de ser lido e interpretado – pelos usuários e algoritmos. O ideal é evitar aquela sopa de letras e números e optar pelo básico.

Exemplo: URL´s ideais são as parecidas com www.roimine.com.br/ serviços ou www.roimine.com.br/contato

URL não amigável:  www.roimine.com.br/1CT_enBR68R80&oq

Linkagem interna

Outro fator de ranqueamento é a linkagem interna. Ou seja, se um conteúdo tem links direcionando para outras páginas dentro do mesmo site.

Isso é importante porque ela ajuda o algoritmo do Google a entender que o site tem diversos conteúdos de qualidade sobre o tema que vão enriquecer complementar a experiência do usuário – o que é extremamente positivo para o ranqueamento do buscador.

Heading tags até o nível H3

As heading tags são fundamentais para estruturar um conteúdo, como indicado em alguns tópicos acima. Basicamente são os títulos e subtítulos do texto, os quais conseguem facilitar a sua leitura. Exemplo:

h1: São Paulo

h2: São Caetano do Sul

h3: Bairro Santa Paula

São 6 heading tags, do H1 até o H6, mas o Google conta como fator de ranqueamento a utilização pelo menos até o H3 nos conteúdos. Assim, fica um texto estruturado, organizado e rico em informações.

Erros de HTML

HTML é a linguagem usada para a criação da grande maioria dos sites. Os erros de HTML, portanto, causam frustrações no usuário, ao tentar utilizar a página e não conseguir.

Esses erros, como recursos do site que não carregam ou não funcionam corretamente, prejudicam a experiência do usuário e o rastreamento pelo buscador. Consequentemente, o site perde pontos de ranqueamento.

Uso excessivo de pop-ups

Os pop-ups podem ser vantajosos para os sites, contanto que usados de maneira adequada. O Google já indicou publicamente que os pop-ups inconvenientes serão punidos.

Ou seja, sites que postam pop-ups de tela inteira, difíceis de serem fechados, especialmente, em dispositivos móveis serão punidos por dificultarem a experiência dos usuários.

Erros 404

Ainda sobre falhas nos sites, os Erros 404 é a mensagem que aparece quando há algo errado com uma página. Geralmente, é vista quando o usuário tenta acessar uma página que não existe, que está com a URL errada ou que foi removida do domínio.

Assim como o tópico anterior, essa falha atrapalha a experiência do usuário, além de prejudicar a usabilidade do site, reduzir sua autoridade e aumenta a taxa de rejeição. Tudo isso prejudica o desempenho da estratégia de SEO e diminui as chances de um bom ranqueamento no Google.

Keyword Stuffing

Um fator que baixa o ranqueamento de uma página é o keyword stuffing, um termo utilizado para se referir ao uso excessivo de palavras-chave em um conteúdo.

É conhecido por ser uma má prática de SEO,  um dos Black Hats mais conhecidos neste segmento. Os algoritmos podem entender esse uso excessivo como spam e punir a página, impedindo um bom ranqueamento.

Keyword Stuffing em meta tags

As meta tags são comandos em HTML usados para descrever o conteúdo de um site para os mecanismos de busca, fornecendo dados, títulos ou um breve resumo sobre o tema abordado pelo site. São adicionados à seção <head>  da página de códigos.

O uso excessivo de palavras-chave em meta tags também é considerado uma má prática de SEO, prejudicando o ranqueamento dos sites no buscador.

Outros fatores importantes para ranqueamento orgânico

  1. Responsividade
  2. Usabilidade
  3. Arquitetura do site
  4. Inatividade
  5. Links quebrado dentro da página
  6. Taxa de rejeição
  7. Esquemas de links
  8. Backlinks de sites com má reputação
  9. Tamanho do conteúdo
  10. Conteúdo multimídia
  11. Conteúdo complementar
  12. Semântica da palavra-chave no conteúdo
  13. Semântica da palavra-chave no título e na meta description
  14. Ordem dos termos na palavra-chave
  15. Otimização de imagens
  16. Canonical tag
  17. Qualidade dos links para páginas externas
  18. Conteúdo das páginas externas com link
  19. Quantidade de links para páginas externas
  20. Qualidade dos links internos para a página
  21. Texto âncora do link interno para a página
  22. Nível de leitura
  23. Links de Afiliados
  24. Dados estruturados (schema.org rich snippets)
  25. Comprimento da URL
  26. Caminho até a página
  27. Categoria da página
  28. Referências e fontes
  29. Prioridade da página no sitemap
  30. Outras palavras-chave
  31. Idade da página
  32. Layout da página
  33. Domínios estacionados
  34. Palavra-chave no domínio
  35. Palavra-chave no início do domínio
  36. Palavra-chave no subdomínio
  37. Domínios exatos
  38. Idade do domínio
  39. Extensão de país
  40. Histórico do domínio
  41. Whois privado
  42. Whois penalizado
  43. Sitemap
  44. Breadcrumbs
  45. Fale conosco
  46. Atualizações no site
  47. Número de páginas
  48. Localização do servidor
  49. Termos de uso e privacidade
  50. Google Analytics e Google Search Console
  51. Meta descrição duplicado
  52. Avaliações e reputação
  53. Sites listados do DMOZ
  54. Naturalidade dos backlinks
  55. TrustRank do site com backlinks
  56. Autoridade da página do backlink
  57. Autoridade do domínio do backlink
  58. Idade do domínio do backlink
  59. Idade do backlink
  60. Extensão do país do domínio
  61. Variedade de domínios com backlinks
  62. Variedade de IPs com backlinks
  63. Quantidade de páginas com backlinks
  64. Backlinks de domínios .edu e .gov
  65. Backlinks de concorrentes
  66. Backlink da página inicial
  67. Guest post
  68. Qualidade do conteúdo na página do backlink
  69. Tamanho do conteúdo na página do backlink
  70. Backlinks contextuais
  71. Localização do backlink do conteúdo
  72. Localização do backlink na página
  73. Texto em torno do backlink
  74. Semântica do backlink
  75. Texto âncora do backlink
  76. Título do link
  77. Links nofollow
  78. Diversidade dos backlinks
  79. Relevância dos domínios
  80. Relevância da página
  81. Palavra-chave no título da página
  82. Velocidade positiva de ganho de backlinks
  83. Velocidade negativa de ganho de backlinks
  84. Páginas de hub
  85. Sites com autoridade
  86. Backlink do wikipedia
  87. Backlinks de sites reais
  88. Conteúdo gerado pelo usuário
  89. Sitewide de links
  90. Redirecionamentos 301
  91. Links recíprocos 
  92. Excesso de redirecionamentos 301
  93. Quantidade de links para páginas externas
  94. Backlinks em fóruns
  95. Backlinks patrocinados
  96. CTR para uma palavra-chave
  97. CTR para todas as palavras-chave
  98. Tempo de permanência
  99. Tráfego direto
  100. Visitantes frequentes
  101. Favoritos do Chrome 
  102. Barra de ferramentas
  103. Comentários
  104. Sites bloqueados
  105. Atualização nos resultados
  106. Diversidade nos resultados
  107. Histórico de pesquisa do usuário
  108. Histórico de navegação do usuário
  109. Geotargeting
  110. Safe search
  111. Círculos do Google Plus
  112. Diversidade de domínios nos resultados
  113. Grandes marcas
  114. Easter eggs
  115. Denúncias DMCA
  116. Google Imagens
  117. Google Vídeos
  118. Google Shopping
  119. Google Mapas
  120. Google Notícias
  121. Google voos
  122. Google livros
  123. Número de tweets com backlinks
  124. Autoridade das contas que geram backlinks no Twitter
  125. Número de interações e compartilhamentos no Facebook
  126. Autoridade dos perfis do Facebook que interagem 
  127. Número de pins no Pinterest
  128. Votos em sites de compartilhamento social
  129. Número de +1’s do Google Plus
  130. Autoridade de contas no Google Plus que interagem
  131. Contexto
  132. Botões de compartilhamento social nas páginas do site
  133. Citação da marca nos textos âncora dos backlinks
  134. Busca pela marca do Google
  135. Página do Facebook com fãs
  136. Perfil no Twitter com seguidores
  137. Ter uma página no Linkedin
  138. Ter colaboradores listados no Linkedin
  139. Perfis e páginas atuantes nas redes sociais
  140. Número de seguidores RSS
  141. Inclusão da empresa no Google meu Negócio 
  142. Citação da marca em sites de notícias
  143. Citação da marca sem link em sites diversos
  144. Pagamento de impostos
  145. Conteúdo de baixa qualidade
  146. Links para sites com má reputação
  147. Cloaking
  148. Otimização excessiva da página
  149. Anúncios excessivos acima da dobra
  150. Links de afiliados escondidos
  151. Sites afiliados
  152. Conteúdo automatizado
  153. Excesso de links nofollow
  154. IP marcado como spam
  155. Ganho excessivo de backlinks
  156. Muitos links de má qualidade
  157. Relevância do domínio
  158. Muitos backlinks do mesmo IP
  159. Texto âncora repetido em excesso
  160. Penalização manual
  161. Esquemas de links temporários
  162. Google Sandbox
  163. Disavow Links
  164. Pedido de reconsideração
  165. ALT de imagens
  166. Blog
  167. Linkagem interna entre o blog
  168. Página de erro 404 personalizada
  169. Priorização de informações em conteúdos